Passada a azáfama do Natal, chegamos à última semana do ano e abrimos portas a um “novo Ano”
Independentemente do que representou o ano que agora finda, o novo traz-nos a esperança e a vontade de concretizar novos objectivos, como tal, propomo-nos quase sempre a “fazer diferente“ ou, como oiço algumas vezes, “desta é que vou fazer”.
Esta secreta promessa que cada um de nós, internamente, se faz, não está isenta de receios e, normalmente, está envolvida em grandes expectativas.
É habitual, por esta altura, ainda que de forma inconsciente, possamos fazer uma revisão de como foi o ano que passou e de que forma nos marcou. Se, para uns teve marcas positivas e sentimos que fomos bem sucedidos nas nossas metas, para outros fica marcado pela desilusão, fracasso e insucesso.
Importa pensar que a nossa capacidade em lidar com frustrações e dificuldades se encontra associada ao impacto que as mesmas tiveram em nós. Aqui as expectativas têm um papel fundamental, estando envolto de um sentimento de busca de felicidade, sucesso e realização.
Aprender a dosear estas expectativas, criando em nós a flexibilidade para aceitar que as dificuldades e os factores internos e externos nos desafiam diariamente, ajuda-nos a ser persistentes na manutenção de metas e projectos definidos.
Apesar das nossas crenças e mitos, importa saber que a angústia e a frustração podem e são trabalhadas em terapia Sistémica, onde se procura soluções e se trabalha a relação que se estabelece no sistema: Família, profissão, relacionamentos e meio social.
Feliz Ano Novo!
Grata!







