Na verdade o povo português é conotado como um povo acolhedor e solidário. É neste cenário, que assistimos a um país mobilizado para ajudar as pessoas e as famílias que fogem da guerra na procura da sua sobrevivência.
A preocupação em “minimizar” os impactos desta guerra, junto dos mais vulneráveis, não foi indiferente à população que se mobilizou em torno desta necessidade, criando assim, de forma direta ou indireta, mecanismos que permitiram assegurar a defesa dos mais vulneráveis, proporcionando a todos nós uma visão de humanismo e esperança numa sociedade mais inclusiva.
Sugiro a leitura deste artigo que se mostra revelador da nossa compaixão e mobilidade,
“Os órfãos da guerra em Portugal: o papel dos advogados de família.” https://www.publico.pt/2022/03/12/impar/opiniao/orfaos-guerra-portugal-papel-advogados-familia-1998533 – Artigo de Nuno Cardoso-Ribeiro, 12 de Março de 2022, 10:51







